terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Esperando o que vier de peito aberto....


A noite vem às vezes tão perdida

E quase nada parece bater certo

Há qualquer coisa em nos inquieta e ferida

E tudo que era fundo fica perto...


Nem sempre o chão da alma é seguro

Nem sempre o tempo cura qualquer dorE o sabor a fim do mar que vem do escuro

É tantas vezes o que resta do calor


Se.... eu fosse a tua pele

Se.... tu fosses o meu caminho

Se.... nenhum de nós se sentisse nunca sozinho


Trocamos as palavras mais escondidas

E só a noite arranca sem doer

Seremos cúmplices o resto da vida

Ou talvez só até amanhecer

Fica tão fácil entregar a alma

A quem nos traga um sopro do deserto

Olhar onde a distância nunca acalma


Esperando o que vier de peito aberto....

Um comentário:

Dadivosa disse...

Lindo!

amei o post!!!!

e certamente seremos cumplices por toda a vida...e de nos e entre nós jamais haverá qualquer sopro do deserto.

Te amo meu Anjo Quentinho!!
SEMPRE.

Bjos de quem estará sempre aki!